Sinta-se pertencendo!

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Sinergia e catarse na educação através da:

  • aprendizagem por projetos
  • acolhimento do olhar curioso
  • estimulação da análise crítica
  • promoção da co-criação
  • experimentação
  • vivência

Gustavo’s talk is about how great survivors we were and how self-centered we became. It is about this make-or-break moment we are living and how important it is to learn once again, at school, about how to collaborate.

This talk was given at a TEDx event using the TED conference format but independently organized by Blumenau’s local community. Learn more at http://ted.com/tedx and watch all the videos from TEDx Blumenau 2016 here.

Watch out! Pronunciation!

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Olá pessoal! A pronúncia de vocábulos estrangeiros que  entram no Português, sempre foi motivo de hesitação e controvérsia.  De um lado, estão os progressistas, que defendem a forma adaptada, como no vocábulo /reCORde/, paroxítona. De outro, estão os conservadores, que defendem a forma tradicional, estrangeira, como /REcord/, com a tônica no /re/.                                                                                                                    

Encontrando-nos aqui no Brasil, em momento de muito uso do vocábulo impeachment, achei oportuno reproduzir a nota do colunista Valther Ostermann do Jornal de Santa Catarina, edicão de 16 e 17 de abril de 2016, juntamente com o resultado de minha consulta à Academia Brasileira de Letras.

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ABL (Academia Brasileira de Letras) RESPONDE

Pergunta : O que pode ser exigido de um falante da
 língua portuguesa, ao pronunciar palavras estrangeiras, como impeachment?
 Deve ser fiel aos fonemas da língua inglesa, quando o vocábulo esta inserido
 num discurso que se dá por meio da língua portuguesa?

 
 Resposta : Prezado consulente, as palavras estrangeiras devem ser
 pronunciadas exatamente como na sua língua original.

E aí pessoal? Simples, não?